
sábado, 11 de agosto de 2007
terça-feira, 31 de julho de 2007
Dia Mundial do Rock
O dia 13 de julho é celebrado desde 1985 quando foi realizado um grande festival de rock (o "Live Aid") na Inglaterra e nos EUA para arrecadar fundos para combater a fome na Etiópia.
Sem perder a essência beneficente da data, a Rede Musicativa realizou no Ginásio da Parangaba um show com uma grande estrutura. Por 1kg de alimento, pôde-se conferir apresentação de 8 bandas que se revezaram em dois palcos.
Depois foi a vez da Piron Heron levantar a galera com seu punk rock. A enegia de sobra dos garotos contagiou a galera que logo abriu a roda punk
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Wilker D’Angelo (batera) diz que tem que não pode deixar de rolar a comemoração da data. Lembra que todo ano a ACR realiza shows no calçadão, mas achou muito importante a iniciativa da promover um evento maior. Espera que essa parceria dure muito tempo. Músico desde os 15 (hoje tem 27), D´Angelo fabrica instrumentos de corda sólido, é membro da Obskure, da extinta Facada além da Alegoria e seu projeto paralelo, O Transacionais.
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Com o sol se pondo e dando um alívio geral, entra o rapcore da Notificados, banda de Maracanaú formada em 2001.
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Em seguida é a vez da 2Fuzz dar uma acalmada no dia. Apesar do profissionalismo dos rapazes, presença de palco ainda não é o seu forte! Então o negócio foi sentar, curtir um grunge progressivo e renovar a energia para as próximas atrações.
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Luz Vermelha entra as 19h para uma de suas últimas apresentações do ano. A banda, que toca toda quinta no Cantinho Acadêmico, vai dar uma parada para descansar. Tom Medeiros (guitarrista) diz que não tem previsão de lançamento de novo material, a parada é só para recarregar a pilha mesmo.
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Fechando a noite, os meninos da 13Rockdale.
segunda-feira, 25 de junho de 2007
Diversidade no Calçadão
Foi o novato Totem and Barry’s quem deu início aos shows e surpreendeu com sua sonoridade diferenciada do que normalmente se ouve por esses lados. Influências das bandas que partiram de Seattle para o mundo nos anos 90 como Nirvana, Alice in Chains e Pearl Jam era o que se identificava em suas composições autorais. Turnround, Somebody amiss e The lost art of keeping a secret mostraram não apenas riffs melancólicos, mas linhas de vocais bastante harmoniosos. Sem sombra de dúvida, Stone (guitarra e vocal), Bart (baixo e vocal) e Edson (bateria) mostraram segurança e um bom trabalho, apesar da pouca experiência nos palcos.
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Depois das melodias grunge do Totem, foi a vez do No Fake mostrar seu hardcore melódico. O interessante de se ter bandas de estilos musicais variados tocando num mesmo show, é observar a diferença do público que observa e do que de fato curte o show. Felizmente não foi a vez dos “emos”, apesar do estilo agradar a esse tipo de público. Hermes Filho (bateria), Francisco William (baixo) e os guitarristas Jackson Marques e Derick tiveram que se virar para cobrir o recém-saído vocalista. Felizmente, os meninos deram conta do serviço direitinho. Fizeram parte do set Cedo demais, Dúvidas e Em busca de algo, bem na linha da curitibana Sugar Kane, que foi lembrada no cover Janeiro pelo quarteto cearense.
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Quem estreou no calçadão da ACR e fechou a noite foi a irreverente Los Coçadores del Chaco. Com músicas com base em um bom rock’n’roll que passeia criativamente com elementos variados, a banda tem como conteúdo de suas letras um humor inteligente e tipicamente cearense. Isso, sem cair no lugar comum - e tedioso - da “música de raiz” como inúmeras bandas nordestinas chamadas “regionais”. As conhecidas músicas Chifres em Teresina, Mó paia, Namadiguerrai e Quem quer Cream Cracker - quando o vocalista Romero Ramirez joga as benditas bolachas ao público - fizeram parte do repertório que foi pouco para quem se divertia na frente do palco. Após dois bis, Los Coçadores encerraram o show na Rua do Fogo, onde se via a reunião da comunidade com senhoras, jovens, crianças e simples roqueiros “de fora” na mais perfeita harmonia.
Texto e fotos: Karen Pedregal
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domingo, 10 de junho de 2007
Falando nisso...
"Esses são os meus meninos maravilhosos nos quais eu vou me apoiar para fazer a política cultural da juventude chegar aos quatro cantos da cidade” (referindo-se a Amaudon, Bebeco e Márcio Andrade)Fátima Mesquita - Presidente da Funcet
Márcio Caetano - Coordenador de Projetos Especiais da Funcet
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“Ninguém brigava, mas também ninguém fazia nada junto” (sobre o ineditismo da união dos membros da Rede Musicativa)
“A gente já está organizado, o poder vai só fomentar, só fortalecer o que já existe.”
Amaudson Ximenes - Presidente da ACR
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“Acreditem nessa parceria (...) acreditem que pelo menos da gente essa grana vai ser empregada pra vocês, pra cultura e pra música e espero que dure por muito tempo”
"Por incrível que pareça o povo não tá acostumado a isso. Porque sempre tudo foi muito árduo, muito caro e a gente nunca teve a oportunidade de fazer isso grátis."
"Se a gente não manter um certo preço, a gente nunca vai dar valor à música independente" (sobre o valor do ingresso do Ponto.Ce - R$45,00)
Bebeco - Hey Ho e Festival Ponto.Ce
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“Somos os dinossauros do esporte, do rock’n roll. (...) Não é uma coisa que a gente tá pulando de pára-quedas aqui” (sobre o know how dos membros da Rede.)
Márcio Andrade - Pró-Cultura
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“A Prefeitura apoiar iniciativas como a Rede Musicativa é de muita importância, porque alimenta essa resistência cultural da juventude underground. Fortalece o movimento”
Flor Fontenele - Encine
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"É um projeto louvável mesmo. Nota 10!”
“Tem a somar muito à cultura jovem alternativa da
nossa cidade.” (a Rede Musicativa)
Daniel Boyadjan - vocal e guitarra 3DC
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Rock no Paço

Quem deu os primeiros acordes da noite foi a 3DC com seu rock pesado e alternativo bem tocado que passeia por riffs simples e vai até os mais experimentais. Além de músicas próprias, como Desapego, Praga e Ilha, o trio tocou três ver
sões de músicas bastante conhecidas da MPB, com distorções e alguma pegada punk rock, causando curiosidade entre os presentes que desconhecia o estilo da banda. A cena de um sujeito batendo cabeça ao som de uma música de Fagner ao pé do palco foi qualquer coisa de surreal. Efeito interessante, entretanto, pareceu desnecessária a quantidade de versões no set. Afinal, Mateus Costa (baixo), Rafiux (batera) e Daniel Boyadjian (guitarra e vocais) têm talento musical de sobra pra mostrar.Vindo do núcleo da ACR em Maracanaú (região metropolitana de Fortaleza), o Luto entrou em seguida com seu death/thrash rápido e direto. Com fortes influências de Slayer, Luciano Rocha (guitarra), Emanuelle Fialho (baixo), Nelton (bateria) e Cassiano Klorck (vocais) conseguiram arrastar seu público sempre cativo até Fortaleza. O set foi marcado por composições como Século XIX, Ira, e Paz absurda, além de Guerrilha, do velho e saudoso Dorsal Atlântica, pela qual uns e outros gritavam da platéia para o vocalista Cassiano.

A banda tem voltado aos palcos depois de algum tempo parada e, tirando por sua apresentação nessa noite, pôde-se ver que o carisma e a empo
lgação do Quarto só aumentaram. O vocalista Z, nunca com papas na língua, conseguiu arrancar respostas da platéia em forma do bom e velho polgo em frente ao palco do tranqüilo Paço Municipal ao som de um rapcore agressivo e letras bastante críticas. Encerrou o show com Evolução destruição, fechando com sua costumeira agressividade a noite de lançamento da Rede MusicAtiva.A organização da ACR, que primou pelo ótimo som e a pontualidade, acertou mais uma vez na inovação do lugar, na tentativa de esticar cada vez mais essa rede musical cidade afora com rock de qualidade.
Fotos e texto: Karen Pedregal.
terça-feira, 5 de junho de 2007
Lançamento
Aconteceu nesta sexta (01/06) no Paço Municipal, o lançamento da Rede MusicAtiva.Representantes da Funcet (Fundação de Cultura, Esporte e Turismo) presentes no evento, destacaram a importância da circulação da produção das bandas alternativas locais e esportes radicais, em suas várias vertentes, por diversos pontos da cidade.
O representante do gabinete da prefeita, Afonso Thiago, diz que a prefeitura quer “o máximo possível dar voz pro pessoal do Hip Hop, do reggae, do rock, o máximo que tiver, quanto mais pluralidade melhor”.
movimentando a cena local há cerca de 10 anos, já possuem know how suficiente para promover esse tipo de evento. “A gente já está organizado, o poder público vai só fomentar, só fortalecer o que já existe” afirma Amaudson, presidente da ACR. Para Márcio, realizador do Pró-Cultura, é um direito hoje conquistado.”A gente não está pedindo um favor, e felizmente as pessoas que estão hoje nessa gestão têm consciência disso”.Bebeco,um dos realizadores do festival musical Ponto.Ce, faz questão de frizar que nunca correu atrás de dinheiro público para fazer qualquer tipo de evento em 10 anos trabalhando com o rock, mas entrou na parceria porque acredita no trabalho sério que está sendo desenvolvido em prol da música independente.
sábado, 26 de maio de 2007
Clamus
Lucas
A banda de thrash/death metal formada há 8 anos, já é consolidada na cena do metal. Após lançar em 2005 o CD Influences, fez uma turnê pelo Brasil, incluindo os estados do Pará, Rio Grande do Norte, Maranhão, Piauí, Bahia, Sergipe e São Paulo, mas destacam que a cena de Fortaleza não deixa nada a desejar para a cena do Sul/Sudeste. Para Lucas(vocal/guitarra) é importante que haja essa desmistificação do eixo Rio-SP como objetivo, como o lugar onde tudo é perfeito, tudo é organizado e tudo sempre dá certo...
Associados à ACR desde sua formação, para eles a ACR é uma importante vitrine para as bandas locais, uma catalisadora de informação, que orienta e apoia os músicos em questões relevantes, como a questão da não obrigatoriedade da carteira da OMB para poder tocar.
Mais madura, a Clamus prepara o segundo CD que deve sair ainda esse ano. Sem título definido, o sucessor de Influences contará com 9 faixas que falarão sobre “fronteiras” em todos os seus níveis: O que existe entre amor e ódio; preocupação e indiferença; silêncio e som; afeto e raiva; sinceridade e falsidade. A intenção é captar o momento em que a percepção do outro muda. O que houve naquele instante específico...
Clamus é:
Lucas Gurgel – guitarra e vocal
Joaquim Cardoso – guitarra e vocal
Clerton Holanda - bateria
Felipe Ferreira – baixo e vocal
Pois é... só aguardar!!!!!
Até mais!



